LEANDRO PENA


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Bloco Agora Vai!

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Bloco de rua do bairro da Barra Funda (São Paulo), fundado em 2004.

 

Por Leandro Pena

fevereiro 22nd, 2012 at 2:03 pm

Amorphis

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Show realizado em 05 de Fevereiro de 2012, em São Paulo.

Mais fotos do show do Amorphis podem ser vistas no Flickr e no site Undersound.

Para saber mais sobre a banda, acesse o site oficial ou a página do Facebook.

Retratos performáticos [1]

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Registro de algumas performances realizadas entre 2010 e 2011.

Para não deixar essa postagem apenas com imagens (e para os que a acessam pudessem compreendê-la), pedi que cada uma das pessoas retratadas contasse um pouco de sua experiência com a performance, ou o que a performance art representa:

 

Ludmila Castanheira: 'Cheio'. X Festival de Apartamento. 2011, Campinas (SP), Brasil. Foto: Leandro Pena

Performance, do inglês, está quase sempre atrelada ao ‘bem fazer’ algo. E se conecta ao universo dos atletas, das máquinas, do desempenho sexual, do ‘show’. Por isso mesmo, há, entre os artistas da performance, quem busque por outros termos para se referir a ela. E quem milite para que essa nomeação seja entendida principalmente como algo referente à arte.

Ainda que se conquiste o ideal da performance subentendida como arte, sua amplitude abarca, do mesmo modo, distribuir papéis em branco nas ruas, travestir-se e dublar músicas numa boate, receber voluntariamente um tiro, construir e acoplar a si um terceiro braço, suspender-se por ganchos na pele, impor-se restrições vitais como passar um ano sem sair de casa e sem se comunicar, ou empreender rituais fetichistas de dominação e sujeição. Os exemplos e a diversidade se expandiriam tanto que me seria impossível terminar este texto.

O meu encantamento com a performance reside justamente neste paradoxo: ela não obedece a uma forma e, embora se possam detectar alguns dispositivos comuns às ações que se abrigam sob esse nome, seria ingênuo falar sobre uma ‘técnica’ de performance. Ao mesmo tempo, e em decorrência desssa característica aberta, é comum que os artistas de performance sejam confrontados com formulações como ‘Isso é arte?’, ‘O que isso significa?’,  ’O que você quis dizer com isso?’ ou  ’Mas isso até eu faço!’.

Além da irritação ou divertimento que estas frases podem causar, elas carregam uma série de concepções que a performance e a arte contemporânea em geral desestabilizam.  O “isso” está pautado no bem fazer, na representação e linearidade do discurso que ‘quer dizer’ algo ‘através’ de algo, na concepção do artista como virtuose e, portanto, situado num patamar superior ao homem comum.

Estas frases nos permitem chegar mais perto não de uma definição, mas de um conjunto no qual a performance opera.  Ainda que hajam processos criativos bastante rigorosos (e outros mais maleáveis), performar parece estar ligado a um modo de vida idiossincrático, de reinvenção a partir do sublinhamento daquilo que se entende por normalidade.

Neste fazer atístico, ressaltam-se traços do hábito que o tornam questionável. A performance cria uma realidade outra, na qual a lógica vigente não é senão a sua própria. No contexto, sim, “isso é arte”,  mas enquanto firmada no jogo tácito entre o performer e o olhar – envolvimento e disponibilidade – daqueles  a quem participa suas ações.”Ludmila Castanheira

 

 

Filipe Espindola: 'Aurora das máquinas abertas' Virada Cultural. 2010, São Paulo (SP), Brasil. Foto: Leandro Pena.

Aurora é o início do dia e marca o início de uma nova proposta de utilizar a máquina que é o corpo humano como mídia primária e, através da suspensão por ganchos, busca expandir sua experiência para aqueles que a presenciam, envolvendo os participantes de forma fundamental para a realização completa do ritual de passagem. Máquinas abertas, porosas, penetráveis e capazes de provocar reflexões e reverberações nos participantes, rompendo limites entre e o performer e a platéia, tornando a todos membros ativos da ação presente.

Também é o início da parceria em performance de Filipe Espindola, Sara Panamby, Rafael Rosa e Petronio Tales (Noise Petrus), que acabaram por formar um núcleo de produção e pesquisa em Body Art, envolvendo pinturas e modificações corporais, música, ritual de passagem e performance art.

Longas saias foram construídas por cada um: Filipe com saia de algodão tingida de café, coberta de ossos; Sara com saia de tule branco com pérolas e cabeças de bonecas; Rosa com saia de couro de vaca, coberta de plantas e terra; todas bem longas de modo a tocarem o chão mesmo depois de completamente suspensos a vários metros do palco, preparado com a queima da madeira Palo Santo e protegido por um crânio de bode com quatro chifres. 

Os performers se auto-perfuraram em cena, cada dois perfurando um terceiro, sucessivamente, todos pintados com pigmentos orgânicos como urucum, óleo de pequi, gesso, terra e penas de pássaros.

Permaneceram por cerca de meia hora suspensos, ao som da dupla ORBE: uma colagem sonora de cantos indígenas e ruídos de cidade, com instrumentos criados por eles e guitarra tocada com arco de violino, por Noise Petrus.

Ao final, o silêncio era absoluto.”Filipe Espíndola

 

 

Sara Panambi: 'Compassos do ocaso'. Virada Cultural. 2011, São Paulo (SP), Brasil. Foto: Leandro Pena.

 

“Domingo, dia da apresentação. Filipe e eu saímos logo cedo, por volta das 7h30 da manhã, rumo ao Largo do Paissandú, no palco onde nos suspenderíamos.

O Largo do Paissandú é uma praça no centro de São Paulo, em frente à Galeria do Rock. No centro da praça está a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, e a escultura de uma grande mãe negra amamentando. (…) O dia em questão era também o dia da procissão do Domingo de Ramos, muito especial para nós, pois era um dia muito festejado por minha avó. Compramos então na manhã desse dia, na igreja, dois ramos para termos conosco no momento da suspensão.

Retornamos à casa de Michelle (Matiuzzi) para nos preparamos para nosso ritual que seria às 16h da tarde. Raspamos nossas cabeças, comemos comida leve, sem carne ou gordura. Voltamos para o palco e começamos a nos aprontar. Acabamos demorando mais que o esperado para começar, atrasando em 1h, mas foi um tempo preciso para fazermos as pinturas e respiramos juntos naquele lugar. A todo tempo chegavam pessoas muito queridas vindas de vários lugares. Algo de mágico (mágica-magia-imaginação) acontecia naquele dia onde a energia da praça se transformara.

Às 17h entramos na arena. Já com os furos feitos no camarim, já alterados por toda a vivência de imersão, toda a preparação, a pintura, as músicas, prendemos as cordas com objetos aos ganchos. Cada um carregava de 1,5 a 2,0kg em cada gancho e memórias que não são possíveis de mensurar. Começamos a caminhar no meio das pessoas, ao som de pontos de umbanda e colagens sonoras de Alecto Maracatú. Fui na frente, Filipe atrás, Michelle e Renata como luas orbitando em volta de nós com chocalhos, folhas e tabacos. Sentia como se meu corpo fosse se desprender da terra e a cada grito (TAMÃI!) era como se partisse pra outro lugar, como numa explosão de um parto e ao mesmo tempo do desespero da eternidade. Cada vez mais enxergava menos as coisas com nitidez, os olhos cada vez mais tomados pelas lágrimas e pelo estado de caos que me entorpecia. Concentramos muita energia para aquele momento, era inevitável que explodisse em transe, pelo contrário, era justamente o transe o lugar onde acontece a performance para nós. Depois de alguns passos, corri como se fosse uma guerreira em batalha, arrastando todos aqueles objetos sem pensar em nada a não ser correr para a luta. Parei subitamente sentindo toda aquela vibração pulsar pelo corpo, sentindo onde estavam meus companheiros. Ouvia um chamado e respondia. E me entregava ao choro como se fosse a fonte de minha força.”Sara Panamby (Leia o relato completo)

 

T.Angel: '2:F33L 4:FR33 - Please make me real'. X Festival de Apartamento. 2011, Campinas (SP), Brasil. Foto: Leandro Pena

“Através da Performance Art eu existo… 
2:F33L 4:FR33 – Please make me real busca discutir a relação homem versus ele próprio na sociedade contemporânea. É mais um passo na caminhada dos trabalhos de longa duração… Foram horas de “ação” em que o tic-tac do relógio duelava com o tum-tum do coração.”T.Angel

 

 

Dirk Jan Jager (HOL): 'WAX - LATEX - MUD'. Mostra Verbo. 2010, São Paulo (SP), Brasil. Foto: Leandro Pena.

“Antes, fazia peformances sozinho, com uma câmera de circuito fechado, pego em antinarrativas. Com WAX – LATEX – MUD, a ação passou a ser pública. O tempo desempenha um papel significativamente diferente neste trabalho (juntamente com a presença do público), aumentando a vulnerabilidade do corpo, uma jornada de transformação.

Embora este processo lembre, em alguns aspectos, o conto ‘Resgate de uma tribo tártara’ de Joseph Beuys, me conecto diretamente à história e cultura do país onde o trabalho se desenrola. Primeiro, passo por uma depilação de corpo inteiro – ou depilação brasileira, nesse caso. A ação ritual é repetida usando látex líquido: primeiro da seringueira Hevea brasiliensis do Pará e, finalmente, argila.

Embora essas ações  - às vezes muito dolorosas – possam ser vistas como uma reminiscência de arquétipos universais de guerreiros junguianos  encontrados na África, Ásia, Américas e no mundo europeu antigo, refrescam-me e subvertem-me com uma apresentação intensa de um hipervulnerável artaudiano corpo sem órgãos.” - Dirk Jan Jager

 

 


Mavi: 'Quase todos nus'. X Festival de Apartamento. 2011, Campinas (SP), Brasil. Foto: Leandro Pena

“Estou tentando entender a Performance Art há algum tempo (pouco até) e creio e a humanidade vem tentando definir, catalogar e categorizar a danada da performance.
Penso mais numa performática do corpo:
performatizar,
botar pra foder,
fiingir q diz a verdade ou dizer a verdade mentindo.
Posso estar falando monte de asneiras.
Agora penso isso.
Agora despenso tudo.
Estou propondo uma performance.

?

A gente propõe,  só isso.

A Jenyffer que se jogou. Não penso que tenha sido tão inusitado assim. Desejava e provocava isso mesmo. Essa pode ser um viés daquela performática.” - Mavi Veloso

 

 


Mavi: 'Quase todos nus'. X Festival de Apartamento. 2011, Campinas (SP), Brasil. Foto: Leandro Pena.

“Eu me senti chamada pelo Mavi durante toda a performance…  Senti a necessidade de estar com ele e assim me deixei levar pelo carisma enorme que ele transmitia e pela vontade enorme do contato, sem nem pensar. Durante meu envolvimento, surgiam sensasões de troca de energia, tanto com ele como com todos que estavam ao redor, também participando. Foi uma experiencia adoravel!”Jenyffer Lisboa

 

 

Agradecimentos aos performers, que permitiram a divulgação das imagens e deixaram suas valiosas opiniões.

Sappho de Lesbos

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Peça de Ivam Cabral e Patrícia Aguille

https://lh3.googleusercontent.com/-oehJRgte1M8/TvkFQ-Se8WI/AAAAAAAAP4Q/dwDuJG0TvlQ/s800/sappho-lesbos-teatro-satyros-leandro-pena-01.jpg

Fashion Mob – 3º edição

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Realizado em 11 de Dezembro de 2011, nas ruas do Centro de São Paulo, e organizado pela Casa dos Criadores

Mais informações sobre o evento: www.fashionmob.com.br

Exposições Fotográficas – Dezembro/2011

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Em São Paulo (SP)

São Paulo de Novo
São Paulo de Novo
Exposição fotográfica dos arquitetos Christianne Fritzsons, Diego Alencar, Lucas Barros e Vanessa D’Auria.
De 08 de dezembro até 03 de janeiro
Livraria Bookstore – Instituto de Arquitetos do Brasil
Rua Bento Freitas, 314. Vila Buarque.
Link do evento no Facebook

 

 

Vejoperas
Exposição Vejoperas – Nove versos do olhar
De 05 a 12 de Dezembro
Augôsto Augusta
Rua Augusta, 2161. Jardim Paulista.

 

 


Exposição em homenagem à Sinval Garcia
03 a 15 de Dezembro
Senac Santana
Rua Voluntários da Pátria, 3167. Santana.

 

 


Exposição fotográfica 5.Jornadas
Organização: Grupo UMCERTOOLHAR
Até 17 de dezembro
Casa Amarela Espaço Cultural
Rua Julião Pereira Machado, 07. São Miguel

 

 


Entorno: diferenças e reciprocidades
Exposição coletiva com Claudio Edinger, Cássio Vasconcelos, Cristiano Mascaro, entre outros.
Até 30 de dezembro
SESC Bom Retiro
Alameda Nothmann, 185. Bom Retiro.

 

 

 

Em Camboriú (SC)


Pedro Nossol apresenta: Exposição DIVAS
Exclusivamente dia 10 de dezembro
Complexo Esportivo Cadiz
Alameda Kadiz, 111. Taboleiro

 

 

 

No Rio de Janeiro (RJ)

Exposição Olho de Vidro
Exposição coletiva Olho de Vidro
À partir de 07 de Dezembro
Instituto Kreatori
Rua Alice, 209, Laranjeiras.

 

 

Se souber de alguma exposição fotográfica legal que irá ou esteja ocorrendo em sua cidade, entre em contato e passe todas as informações para que eu possa divulgá-la no blog.

Zombie Walk – São Paulo

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Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Zombie Walk São Paulo 2011. © Leandro Pena

Macumba Antropófaga (em preto e branco)

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Momentos da primeira temporada do espetáculo Macumba Antropófaga, registrados entre 16 de Agosto e 02 de Outubro, no Teat(r)o Oficina:

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba colorida

Mais informações: teatroficina.com.br

Kathleen Queiroz [2]

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Por Leandro Pena

outubro 9th, 2011 at 9:20 pm

Macumba Antropófaga

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Momentos da primeira temporada do espetáculo Macumba Antropófaga, registrados entre 16 de Agosto e 02 de Outubro, no Teat(r)o Oficina:

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

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Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

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Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

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Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

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Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

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Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

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Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

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Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

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Macumba Atropófaga. 1º temporada. © 2011 - Leandro Pena.

Macumba em preto e branco

Mais informações: teatroficina.com.br

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